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Puff de Crochê

sexta-feira, 8 de setembro de 2017




Enfim, meu puff todo lindo com sua capa de squares de crochê. ☺☺☺☺



Queria uma combinação de cores alegre e primaveril. Tons de vermelho/coral, azul tiffany e um bege neutro para harmonizar. Fiquei feliz com o resultado. O fio escolhido foi o Duna/Círculo, exceto o da cor Tiphany que é o Classic também da Círculo. Usei as seguintes tonalidades: coral, vermelho mesclado, azul, bege, vermelho liso. Repeti essa sequência até atingir o tamanho da parte superior do puff. Na última carreira usei o bege.




Crochetei 5 quadrados idênticos com 13 carreiras.




 Uni os quadrados com pontos baixos, usando o tom de bege.








 Para finalizar, precisei fazer mais algumas carreiras na parte de baixo. Assim consegui deixar tudo o puff forrado com crochê.




❤❤❤❤❤❤❤

Encantada com o resultado.




O consumo foi de 7 novelos, sendo um de cada cor e dois do tom de bege. Usei agulha número 3,5mm.




E aí, gostaram?


Quem vai querer fazer também???




Para celebrar a chegada do Outono

sexta-feira, 20 de março de 2015




Que venha a estação mais gostosa do ano para tricotar e crochetar. Seja bem vindo Outono!!!!
Venha com suas cores, com seus ares mais frescos, com seu pedido de mais aconchego e proximidade. Venha nos brindar com as noites que chegam mais cedo, com seus desejos de mais calor no corpo e na alma. É a minha estação preferida, que sempre me brinda com mais criatividade e vontade de mexer com meus fios e minhas agulhas.




Dessa vez, consegui tirar da famosa "caixa de ideias" um projeto que há tempos estava engavetado: fazer uma guirlanda com os restinhos de fios que eram da minha amada avó materna. Sobras de delicados fios que passaram por suas ágeis mãozinhas. Matutei muito para arrumar um nobre final para eles. Queria tentar eternizá-los em algo que fosse delicado e singelo, assim como as doces recordações que tenho da Vó Dita. 
Enrolei as sobras dos fios sobre bolinhas de isopor de dois tamanhos diferentes que depois foram presas ao redor de um bastidor redondo encapado com tecido de algodão. A seguir vieram as delicadas pérolas, as agulhas de bambu, os fuxiquinhos de crochê e de renda guipir. Tudo meigo e carregado de saudade...
Fiquei satisfeita demais com o resultado. Meu coração se alegrou ao mexer com todo esse material carregado de saudade.



E assim, começa o meu outono deste ano.
Espero que você também possa tocar aquele projeto estacionado e que consiga chegar a um final feliz para ele... e para você também!

Bom Outono!




Tô viva e fazendo crochê!

segunda-feira, 2 de março de 2015


Quando faço coisas que eu gosto, encontro forte motivo para vir aqui e compartilhar com vocês. Sou sincera em dizer que o verão me afasta um pouco das minhas manualidades. Faço uma coisica ali outra acolá mas nada assim tão interessante. Muitas vezes nem fotografo e daí não tem como mostrar mesmo. Mas como os ares de outono começam a soprar, as agulhas voltam a me chamar... e começamos a conversar novamente.
Cores escolhidas e mãos à obra. Carreiras e mais carreiras vão dando forma ao que está só em pensamento. E para sair da mesmice, as voltinhas foram repaginadas e não viraram tapetinho. Foram parar na mesa, como descanso de panela ou simplesmente para fazer uma graça e encher de mimos uma mesa de chá ou café da tarde.


 Crochetei com o fio Barroco Círculo e agulha número 4,0. Usei três cores diferentes, com um contraste legal. Duas mescladas, amarela e laranja, e uma cor lisa, o verde abacate.


Fiz círculos de aproximadamente 25cm de diâmetro, em carreiras de pontos altos e pontos baixos. Finalizei com uma carreira de biquinho bem simples.


Para dar mais forma e estrutura aos meus descansos de panela, forrei os círculos de crochê com feltro.









Dessa forma, rodando as voltas que a vida dá, vira e mexe, inventando e repaginando a gente retoma o que gosta de fazer. Fica feliz com o resultado e segue adiante. Sempre!!!

Feliz por voltar a falar com vocês por aqui.
Inté!



A história de um chapeleiro moderno

sexta-feira, 1 de março de 2013

Tenho um lado muito nostálgico que se encanta com as coisas de antigamente. Tento entender o motivo de sentir tanta atração por móveis, louças, talheres e outras relíquias de um tempo em que tudo "durava" muito mais. Tempo em que as coisas eram mais permanentes, maciças, concretas e que faziam história dentro das suas famílias de origem. Não que não tenhamos histórias para contar hoje em dia, mas é inegável que nossos pertences são muito mais perenes. Era dos descartáveis essa nossa. Espero que as gerações futuras tenham recordações positivas de nós e não só fiquem contabilizando as trocentas toneladas de lixo que receberão como herança.




Bom, voltando às coisas de antigamente, sempre tive uma vontade enorme de ter um chapeleiro. Daqueles usados na entrada das casas para se guardar os chapéus dos cavalheiros e as sombrinhas de prestimosas damas. Procurei por várias vezes em lojas de antiguidade da minha cidade e nada de encontrar algum em estado de restauro viável. O desejo ficou guardadinho e todas as vezes que passava em frente de algum brechó, corria os olhos à procura do meu sonhado chapeleiro antigo.
Um dia, ajudando meu marido a dar um jeito naquelas coisas que a gente guarda sem nem saber por que, encontramos uma porta de madeira, simples, encabeçada, ou seja, aquele tipo de porta mais comum, que não é maciça. E diante da afirmação dele para nos desfazermos dela, falei: "peraí!", farei algo com isso!
Bom, marido desistiu de se desfazer da porta e ficou curioso pensando em qual seria a próxima invenção da doida da sua esposa. E, coitado, teve que participar dessa minha reinação. Munido de uma serra tico-tico, cortou 20 cm de uma das extremidades da porta, para que eu ficasse com uma base retangular de 0,80x,1,90m. Escolhi um tecido importado bem lindo (pelo menos para mim, hehehe) e forrei completamente um lado e todas as laterais dessa minha base, que ficou pronta para receber os demais adereços. Encomendei dois nichos e uma pequena prateleira aos meus fiéis marceneiros. Troquei a moldura de um espelho que também estava guardado a tempos e lembrei-me de dois ganchos metálicos de tulipa, lembranças de quando fui à Parati-RJ.
E, dessa forma, fui compondo a minha moderna releitura do chapeleiro de antigamente. Nada da nobreza das madeiras maciças nem do glamour das cartolas e dos chapéus de panamá...




Apenas um conjunto de boas recordações feito com muito amor.




Detalhe de um dos ganchos metálicos vindos de Parati onde pendurei um coração de arame e contas de madeira que eu mesma fiz. O castiçal, presente de minha mãe.




Pequenos detalhes que tem significado para mim.
Penduricalho de feltro, capelinha que ganhei de presente.
Cachepô de fibra de bananeira comprado em São Bento do Sapucaí e por aí vai...






E para o entendimento da "obra" como um todo, a imagem completa do meu "Chapeleiro Moderno", ou seria melhor dizer maluco???




E você, o que achou dessa minha criação?
Deixe um comentário pra mim!!!
Beijos!!!



Reciclando retrozes

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013



A onda da reciclagem não pára de crescer. Até os inocentes retrozinhos não ficaram de fora dessa. Já faz um tempo que pensei em fazer algo com eles, mas qualquer intenção parava no quesito quantidade. Pois é, pra coisa ficar legal tinha que usar uma boa porção deles. Então pedi ajuda para a coleta: amigas costureiras, alunas do curso de patchwork da loja... A quantidade foi aumentando e quando vi já estava com uma sacola cheia!

Opa! Aí sim! Vambora matutar algum uso legal para eles.

Bom, a associação com tirinhas de tecido foi inevitável.
Cores?
Sim! Mas numa paleta mais ousada para a minha pessoa: vermelhos, pink e azuis. Ui!
Para quem é fã dos tons terra, marrons, beges e amarelos, vamos combinar que eu ousei, ok?
Hahahahahh!!!!



Pois bem,cortei várias tirinhas com a largura exata do espaço onde a linha estava enrolada e colei cada pedacinho de tecido, retrozinho por retrozinho, com a cola cascorez extra.



Depois de uma porção desses coisinhas fofas prontas, coloquei uma por uma numa fita de voil e em conjunto com outras tiras de rendas, fitinhas, sianinhas, bordadinhos, devidamente fixadas numa base de tecido, tansformou-se  nessa delicada cortina.


A cortina, com 122 retrozes reciclados, decorou a vitrine primavera/2012 da nossa loja. Fez um sucesso enorme por aqui e agora está bem guardadinha, esperando para aparecer novamente qualquer hora dessa. Quem sabe um dia no meu quartinho de costura... quem sabe!

E vocês, o que acharam da minha reciclagem???

Super beijos pra todo mundo que passa por aqui!!!!!


Embalagens personalizadas

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Essa semana rendeu. Aproveitei meus dias de folga e fiz muitas coisas legais. Fotografei a maior parte delas e irei mostrando aos poucos aqui. A vontade maior foi começar por essa embalagem para um presentinho que darei a um casal que fez aniversário no dia 25.




Eles curtem um bom café, expresso de preferência, uma boa mesa e um bom papo. Então combinei com meu "maridis" para tentarmos fazer um mimo para os dois. Saímos a procura de coisinhas que nos remetessem ao gosto deles e encontramos: 4 canecas multicoloridas, 1 cestinha para pães e uma garrafinha verde. Voltamos para casa na dúvida se colocaríamos mais coisas ou não. E eu com a pulguinha atrás da orelha pensando em como embalar tudo isso de um jeito legal.
Daí foi a hora de por a cabecinha para funcionar e acionar meus contatos, hehehe. Pois é, meus conhecimentos bloguísticos sempre me rendem boas ideias. Ah, o Quitandoca vai me inspirar... se ainda não passou por não sabe o que está perdendo.

Depois de me abastecer de ideias boas na cachola, mãos à obra, baby!

Comecei dando uma geral no que eu tinha em casa. Lembrei-me de uma sacola de algodão, tipo ecobag, que seria perfeita para acomodar tudinho. Aí fiquei na duvida de como acomodar as canecas lá dentro. Enrolar em papel de seda??? Não. Já que o ponto de partida foi a sacola de algodão, decidi seguir por um caminho de reaproveitamento total, ou seja, nada iria para o lixo. Então, em meio aos meus paninhos achei a solução....



Enrolar as canecas em retângulos de tecido micro poá verdinho, cortados com tesoura de picotar. Amarrar com lacinho de fio natural de rami e obter fofas trochinhas verdes.



Fiz isso com as quatro canecas.
Chegou a vez da garrafinha. "Maridones" teve a brilhante ideia de enchê-la com cachaça artesanal, produzida aqui mesmo na nossa região. A decoração ficou, como sempre, por minha conta: novamente apareceram os pedacinhos de tecido, fio rami, fuxiquinho e botão. Escrevi a brilhante frase com caneta retroprojetor Pilot ponta 1.0, fiz uma costurinha bem básica e, quase me esqueci, a tesoura de picotar entrou em ação novamente.




Olha como ficou tudo bem acomodadinho dentro da sacola...



E para quem está pensando "que dó, que dó" jogar esses paninhos no lixo.... Ah, eles não serão decartados... nananinanão!!!!!!! Vai a dica de usá-los para personalizar a ecobag. Olha a minha sugestão: dobrar os paninhos e fazer bigs laçarotes com amarração de fio de rami para prender nas quatro alças da sacola. Que tal?




Olhadinha final em tudo....




Adorei o resultado. Espero que os presenteados também gostem.


Quer se inspirar mais? O que está esperando que ainda não foi lá no Quitandoca??? Vai logo e morre de água na boca! Olha a minha seleção:

- como decorar garrafinhas: http://www.quitandoca.com/2011/05/tutorial-como-reaproveitar-garrafinhas.html
- como embalar com tecidinhos: http://www.quitandoca.com/2011/04/presentes-cheios-de-mimos-ii.html
- como fazer fuxicos: http://www.quitandoca.com/2010/01/como-fazer-fuxico-pap.html



Recadinho para a Glau:

Lindona dona desse espaço fofo chamado Quitandoca, sou sua fanzoca de carteirinha e tudo, rsrsrs. Espero que você aprove minhas releituras do jeito Quitandoca de ser. Muitas beijokas estaladas na sua bochecha!!!!!!


Beijão pra todo mundo!!!!!!
Inté.


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