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Puff de Crochê

sexta-feira, 8 de setembro de 2017




Enfim, meu puff todo lindo com sua capa de squares de crochê. ☺☺☺☺



Queria uma combinação de cores alegre e primaveril. Tons de vermelho/coral, azul tiffany e um bege neutro para harmonizar. Fiquei feliz com o resultado. O fio escolhido foi o Duna/Círculo, exceto o da cor Tiphany que é o Classic também da Círculo. Usei as seguintes tonalidades: coral, vermelho mesclado, azul, bege, vermelho liso. Repeti essa sequência até atingir o tamanho da parte superior do puff. Na última carreira usei o bege.




Crochetei 5 quadrados idênticos com 13 carreiras.




 Uni os quadrados com pontos baixos, usando o tom de bege.








 Para finalizar, precisei fazer mais algumas carreiras na parte de baixo. Assim consegui deixar tudo o puff forrado com crochê.




❤❤❤❤❤❤❤

Encantada com o resultado.




O consumo foi de 7 novelos, sendo um de cada cor e dois do tom de bege. Usei agulha número 3,5mm.




E aí, gostaram?


Quem vai querer fazer também???




Delícia de quadradinhos

terça-feira, 10 de junho de 2014



Sabe aquelas sobrinhas de fios que a gente acha que não vai dar pra nada?
Epa! Peraí!!!
Dá para fazer coisas muito fofas e não perder nadinha!!!




Dessa vez, deu para fazer uma almofada fofa com as cores do outono. Tons terrosos foram se juntando e com nove quadradinhos formei um dos lados da almofada. O outro lado (que esqueci de fotografar! sniff!), fiz um quadrado só, grande, com carreiras alternadas dos mesmos tons. Reciclei minhas sobras e ainda ajudei. Doei essa peça para o bazar da minha paróquia.




Pequenos detalhes fazem a diferença... Sempre!!!



Então aproveite a dica e nada de sobras!!!





Muitas bolas de Natal!!!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013




Ah! Deixei-me contagiar pelas cores e formas natalinas. O crochezinho, que mostrei aqui,  deu a partida e depois dele várias outras coisas foram surgindo.



Lacinhos de fitas douradas, delicados retrozes encapados com tecido estampado vermelho, rolinhos de lã com mini agulhas de tricô... mas tava faltando alguma coisa...




O que será?




 Pensei em usar tecidos novamente, talvez bolas encapadas... e pesquisa vai, pesquisa vem, achei o vídeo da Vera Patchwork - Bolas de Natal e me inspirei mais ainda! Essa técnica, de encapar bolas de isopor com tecido não é nova (vídeo de 2007), mas achei que dava para inventar uma modinha e deixar tudo com a minha marca.




Usei a técnica do vídeo, sem alterações. Apenas na hora de riscar a bola, fiz desenhos simples, que eu sabia fazer à mão livre: corações, florzinhas...




Mais corações...




Presentinhos...




Reaproveitei estampas de tecidos...




Estrela ou flor de pontas???




Casinha...




E cada bola ficou de um jeito. Foi muito gostoso de fazer, cada uma com sua composição de riscos e cores. Gostei de todas, mas fiquei encantada com a que mostrei lá em cima, a de carinha do Papai Noel. E pensar que tudo começou por conta das rodinhas de crochê...




A minha árvore tá ficando linda!!!!




Informações:

- usei bolas de isopor tamanho 100mm de diâmetro, afinal minha árvore é bem grande (2 metros de altura)
- para árvores menores, use bolas tamanho 75 ou 80 mm






A história de um chapeleiro moderno

sexta-feira, 1 de março de 2013

Tenho um lado muito nostálgico que se encanta com as coisas de antigamente. Tento entender o motivo de sentir tanta atração por móveis, louças, talheres e outras relíquias de um tempo em que tudo "durava" muito mais. Tempo em que as coisas eram mais permanentes, maciças, concretas e que faziam história dentro das suas famílias de origem. Não que não tenhamos histórias para contar hoje em dia, mas é inegável que nossos pertences são muito mais perenes. Era dos descartáveis essa nossa. Espero que as gerações futuras tenham recordações positivas de nós e não só fiquem contabilizando as trocentas toneladas de lixo que receberão como herança.




Bom, voltando às coisas de antigamente, sempre tive uma vontade enorme de ter um chapeleiro. Daqueles usados na entrada das casas para se guardar os chapéus dos cavalheiros e as sombrinhas de prestimosas damas. Procurei por várias vezes em lojas de antiguidade da minha cidade e nada de encontrar algum em estado de restauro viável. O desejo ficou guardadinho e todas as vezes que passava em frente de algum brechó, corria os olhos à procura do meu sonhado chapeleiro antigo.
Um dia, ajudando meu marido a dar um jeito naquelas coisas que a gente guarda sem nem saber por que, encontramos uma porta de madeira, simples, encabeçada, ou seja, aquele tipo de porta mais comum, que não é maciça. E diante da afirmação dele para nos desfazermos dela, falei: "peraí!", farei algo com isso!
Bom, marido desistiu de se desfazer da porta e ficou curioso pensando em qual seria a próxima invenção da doida da sua esposa. E, coitado, teve que participar dessa minha reinação. Munido de uma serra tico-tico, cortou 20 cm de uma das extremidades da porta, para que eu ficasse com uma base retangular de 0,80x,1,90m. Escolhi um tecido importado bem lindo (pelo menos para mim, hehehe) e forrei completamente um lado e todas as laterais dessa minha base, que ficou pronta para receber os demais adereços. Encomendei dois nichos e uma pequena prateleira aos meus fiéis marceneiros. Troquei a moldura de um espelho que também estava guardado a tempos e lembrei-me de dois ganchos metálicos de tulipa, lembranças de quando fui à Parati-RJ.
E, dessa forma, fui compondo a minha moderna releitura do chapeleiro de antigamente. Nada da nobreza das madeiras maciças nem do glamour das cartolas e dos chapéus de panamá...




Apenas um conjunto de boas recordações feito com muito amor.




Detalhe de um dos ganchos metálicos vindos de Parati onde pendurei um coração de arame e contas de madeira que eu mesma fiz. O castiçal, presente de minha mãe.




Pequenos detalhes que tem significado para mim.
Penduricalho de feltro, capelinha que ganhei de presente.
Cachepô de fibra de bananeira comprado em São Bento do Sapucaí e por aí vai...






E para o entendimento da "obra" como um todo, a imagem completa do meu "Chapeleiro Moderno", ou seria melhor dizer maluco???




E você, o que achou dessa minha criação?
Deixe um comentário pra mim!!!
Beijos!!!



As toalhinhas da Vovó

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Tenho várias relíquias guardadas no fundo do baú. Entre elas, muitos joguinhos de quarto, como minha avó chamava, compostos por um conjunto de cinco toalhinhas crochetadas com muito capricho. Eram para ser colocadas sobre as famosas penteadeiras e criado mudos do quarto do casal. Lembro-me até hoje das penteadeiras de minhas avós, lugar que atiçava a curiosidade de pequenas netas arteiras: latas de talco, pó de arroz, colônias delicadamente perfumadas, porta joias com caixinha de música. Sentava-me com toda pompa na banqueta estofada e brincava de ser a princesa de um reino de faz de conta.  




Uma pena, mas as saudosas penteadeiras não existem mais. Restaram apenas as toalhinhas que, depois de muito tempo guardadas, resolveram colocar as asinhas de fora. Esses pontinhos,carregados de lembranças, simbolizam o trabalho de mãos cuidadosas que amavam zelar pelos seus. Entre cada correntinha, ponto alto, ponto baixo: muita paciência. Eles foram feitos pelas mesmas mãos que cozinharam sabores, plantaram sementes e seguraram as contas do terço para rezar pela gente.




Arrumar um novo uso para elas não foi tão difícil assim. Paninhos, bastidores, pequenos pontos...









E, diante dos meus olhos, todos os dias, essas peças cheias de recordação enfeitam agora a parede do meu quarto, que mesmo sem a penteadeira mágica, remete-me a doces lembranças de um tempo que não volta mais...



E você, também tem toalhinhas da vovó aí na sua casa?




Minha parede de pano

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Foi uma ideia que começou de mansinho, apesar da paixão por estampas e paninhos ser bem antiga. Uma pulga atrás da orelha sempre soprava: o que mais eu posso fazer com essas belezinhas além de almofadas, barrados, mantas... Hum??!!
Até que um dia me deu um estalo e comecei a projetar a minha mais nova arte. Escolhi a parede - discreta, íntima, pequena. Selecionei as estampas e cores preferidas. E fui matutando... Conversa vai, conversa vem. Pesquisa aqui e pesquisa acolá.

Defini medidas e fui cortando meus paninhos em quadradinhos de 12x12cm. Tudo com muita calma. Recortados aproximadamente 240 quadrados de estampas variadas, dei-me por satisfeita e fui para a etapa seguinte. Providenciei cola Cascorez Extra, trincha, espátula de silicone e um potinho plástico para por a cola levemente diluída em água.




Afastei tudo da parede escolhida, tirei o pó e comecei a colar meus quadrados de cima para baixo. Fiz assim: passei a cola com a trincha na parede, espalhando bem para ficar uma camada uniforme, e depois posicionei, quadrado por quadrado, tomando o cuidado de deixá-los bem arrumadinhos, lado a lado. Usei a espátula de silicone para fixá-los. Assim, primeira fileira foi surgindo...




E sobe e desde, e sobe e desce escada... e a paredinha foi mudando de cara com quatro fileiras já coladas. Tomei o cuidado de ir passando a cola aos poucos, fileira por fileira, pois percebi que ela seca rápido.




E depois de mais algumas fileiras, a coisa foi tomando forma... Mais uma dica: trabalhe com um paninho úmido por perto para ir limpando a cola que gruda nos dedos.




Bom, nem tudo foi maravilhas... Chegou a hora da tomada...




Recorta daqui, acerta dali, mas acho que deu certo!




Ufa! Cheguei até o chão!!!




Outros probleminhas: um dos cantos ficou desalinhado... ui!




Como resolver???
Acabamento com moldura de fita de gorgurão. Achei que ficou bom!




Fiquei tão apaixonada que até deitei no chão pra tirar foto...



  
 Por outro ângulo...




E depois foi só alegria: limpar tudo, arrumar e curtir o mais novo cantinho aconchegante da casa.

Divino para completar...



Chiquinho pra abençoar...





Sagrada família pra fechar!





Curti cada etapa desse trabalho e depois dele pronto então, fiquei babando! Ou melhor, tô babando até hoje, hehehe. E pra quem quiser fazer igual, deixo aqui o meu incentivo: manda brasa que vale muito à pena!!!!

Beijokas minha gente!!!!!

P.S.: ainda não impermeabilizei o trabalho, pois não quero perder a textura de tecido. Pensei em usar spray de Scottgard só para dar uma camadinha protetora, mas ainda não tive coragem de aplicar. Se alguém tiver alguma sugestão... Aceito!


 


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